Asparagaceae

Espada-de-São-Jorge

Dracaena trifasciata

Folhas eretas como lâminas, quase indestrutível e de rega mínima.

InterioresSuculentasMeia-sombraToxica se ingerida
LuzBaixa a meia-sombra
ÁguaPouca
SoloDrenado, tipo cacto
Temperatura12 a 32 °C
AduboRaro, na primavera

Como a planta se apresenta

Poucas plantas perdoam tanto o esquecimento quanto a espada-de-São-Jorge. As folhas nascem direto do rizoma, rígidas, variegadas em faixas amarelas ou verde-escuras, e ficam de pé como um feixe de lanças. Em religião e cultura popular brasileira, a planta é associada a proteção. Na prática de cultivo, o que a mata é o excesso de água, nunca a falta de carinho.

Cultivo em casa e na horta

Qualquer canto com um pouco de luz. Deixe o substrato secar por completo entre as regas. Vaso apenas um pouco maior que o rizoma. Divida a touceira quando o vaso rachar ou a planta empurrar a terra. Sol direto forte pode amarelar demais as folhas; luz baixa deixa o crescimento lento, mas estável. No inverno, uma rega por mês pode bastar.

Características botânicas

Antes Sansevieria trifasciata. Folhas suculentas, fibrosas, com cutícula espessa. Inflorescência ocasional, noturna e doce. Tóxica para pets se ingerida. As fibras já foram usadas como corda em algumas regiões da África.

Curiosidades úteis

Estudos de ar interno dos anos 1980 popularizaram a ideia de que ela “limpa o ar”. O efeito em uma sala real é pequeno; o valor verdadeiro da planta é outro: ensinar que nem todo verde pede rega semanal. A cultivar cylindrica tem folhas redondas, como gravetos.