Asparagaceae
Espada-de-São-Jorge
Dracaena trifasciata
Folhas eretas como lâminas, quase indestrutível e de rega mínima.
Como a planta se apresenta
Poucas plantas perdoam tanto o esquecimento quanto a espada-de-São-Jorge. As folhas nascem direto do rizoma, rígidas, variegadas em faixas amarelas ou verde-escuras, e ficam de pé como um feixe de lanças. Em religião e cultura popular brasileira, a planta é associada a proteção. Na prática de cultivo, o que a mata é o excesso de água, nunca a falta de carinho.
Cultivo em casa e na horta
Qualquer canto com um pouco de luz. Deixe o substrato secar por completo entre as regas. Vaso apenas um pouco maior que o rizoma. Divida a touceira quando o vaso rachar ou a planta empurrar a terra. Sol direto forte pode amarelar demais as folhas; luz baixa deixa o crescimento lento, mas estável. No inverno, uma rega por mês pode bastar.
Características botânicas
Antes Sansevieria trifasciata. Folhas suculentas, fibrosas, com cutícula espessa. Inflorescência ocasional, noturna e doce. Tóxica para pets se ingerida. As fibras já foram usadas como corda em algumas regiões da África.
Curiosidades úteis
Estudos de ar interno dos anos 1980 popularizaram a ideia de que ela “limpa o ar”. O efeito em uma sala real é pequeno; o valor verdadeiro da planta é outro: ensinar que nem todo verde pede rega semanal. A cultivar cylindrica tem folhas redondas, como gravetos.