Gesneriaceae
Violeta-africana
Streptocarpus ionanthus
Roseta compacta de folhas aveludadas e flores que repetem o ano inteiro em luz certa.
Como a planta se apresenta
A violeta-africana cabe na palma da mão e ainda assim enche uma prateleira de cor. As folhas nascem em roseta, carnudas e cobertas de pelos macios. As flores surgem em hastes curtas acima da folhagem, em roxo, rosa, branco ou bicolor. Ela não é violeta verdadeira; o nome veio da semelhança da flor. Em apartamento brasileiro, é uma das plantas que mais floresce se ninguém a afogar.
Cultivo em casa e na horta
Luz clara e indireta, inclusive luz de lâmpada de cultivo. Regue só o substrato, por baixo ou com bico fino, sem molhar as folhas — água fria na folha mancha. Use água em temperatura ambiente. Vaso baixo e substrato aerado. Não enterre o colo. Tire flores secas. Divida a roseta quando surgirem mudas laterais. Frio abaixo de 15 °C e sol da janela oeste são os dois erros mais comuns.
Características botânicas
Folhas suculentas, ovais, com pecíolo curto. Flores gamopétalas. Quase sem caule aparente. Não é tóxica na convivência doméstica usual. Existem milhares de cultivares de exposição, com flores dobradas e bordas onduladas.
Curiosidades úteis
Uma folha saudável, cortada com pecíolo e plantada em substrato leve, vira uma planta nova. Por isso colecionadores trocam folhas pelo correio. O nome científico mudou de Saintpaulia ionantha para Streptocarpus ionanthus, mas o comércio ainda usa o nome antigo.